Tantos discursos de ódio...
Hoje, nessa guerra sufocante de discursos de ódio, aqui e acolá, vejo que não é muito diferente do que vivi no início da minha fé. Adotar uma lei não vai mudar o que as pessoas pensam disso ou daquilo. É preciso dialogar, entender os extremos e as paixões, cristalizadas, passar um tempo ouvindo-as com atenção, mesmo se forem absurdos aos seus ouvidos, porque na prática ninguém é convencido simplesmente pelo seu grito de sarcasmo, desespero ou de intelectualidade, mesmo por uma bandeira de amor. Nessa caminhada inicial, uma das coisas que mais me chamavam a atenção era o radicalismo, de algumas pessoas, em algumas igrejas, o qual também vivi por um tempo, enquanto neófito das coisas. Eu sempre pensava: "Mas por que não conseguem enxergar o que estão fazendo?! Não percebem a contradição entre o que acreditam e praticam?!". Até tentava criar algumas reflexões, as quais me ajudaram muito, em cima disso, relacionadas com legalismo, por exemplo. No entanto, tudo isso ...