Nem sempre somos verdadeiros sobre o que falamos ou praticamos
Muito desse barulho em torno da Comissão de Direitos Humanos (procure na Internet por “polêmica Comissão de Direitos Humanos” para se contextualizar), das pessoas expressando suas opiniões em redes sociais, não tem haver com a força de suas argumentações, mas com a fraqueza de suas virtudes. Aliás, difícil encontrar uma argumentação que passe empatia, como seria? Um ponto de partida é a crítica dessa figura, feita por um movimento LGBT no Facebook. A crítica falha em confundir justiça (combater injustiças) com valores (combater valores distintos). Defende como se estivesse lutando por injustiças (que realmente existem!), porém coloca também como injustiça a discordância quanto a certos valores, e aí mora o perigo, de qualquer movimento. Bastaria talvez esta opinião entre os próprios comentários dessa publicação: “Quanto ao tirinha e o texto, discordo completamente. Sou branco e sou hétero e gosto disso, sim me orgulho disso. Ter orgulho de algo, não significa men...